6 observações acerca do ciclo de vida do software

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O CVDS (Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software) é responsável por indicar a profissionais todas as etapas relacionadas aos processos de concepção, criação, teste, distribuição e atualização de uma solução de TI. Essa segmentação facilita a verificação das rotinas de desenvolvimento até que a aplicação seja trocada por uma mais moderna.

Em outras palavras, o ciclo de vida do software é um importante mecanismo para o gestor garantir que, em todas as etapas, os profissionais terão executado um trabalho dentro das expectativas vigentes. A partir desse trabalho, problemas e prejuízos podem ser evitados.

Afinal de contas, eventuais erros serão detectados rapidamente, reduzindo as chances de os impactos serem altos. Continue a leitura! Trouxe alguns pontos que devem ser considerados quando pensamos a estrutura do ciclo de vida do desenvolvimento de um software!

1. Saiba analisar o ciclo de vida dos softwares

Conseguir trabalhar com o CVDS envolve, principalmente, a compreensão de cada uma das etapas existentes. Isso auxilia o gestor a definir prazos e a validar estratégias. Ao mesmo tempo, torna a modulação da equipe mais robusta e alinhada com as expectativas existentes.

Esse conhecimento, aliás, deve ser validado com toda a equipe. Assim como o gestor, profissionais devem ter amplo conhecimento sobre cada uma das etapas existentes. Assim, eles podem compreender as decisões dos gestores e se engajar de modo profundo na busca das metas propostas.

2. Entenda quais são as fases principais

Ciclos de vida de software, em geral, são moldados a partir de três grandes etapas. Elas devem ser executadas com uma avaliação contínua da performance. Isso evita que falhas se perpetuem e más práticas sejam mantidas.

Veja, a seguir, as três etapas principais do CVDS!

2.1. Definição

Esse é o momento fundamental do projeto de desenvolvimento. Nele, são definidos os requisitos mínimos, o modelo de CVDS que será adotado e a viabilidade das ideias apresentadas. Assim, o planejamento se torna mais abrangente e robusto.

2.2. Desenvolvimento

Nesse momento, os times “colocam a mão na massa” e começam a executar as rotinas de design, prototipagem, testes e codificação. Essa etapa pode terminar com a entrega de um Minimum Viable Product (Produto Mínimo Viável) ou o software completamente funcional. O importante, porém, é que tudo seja feito com o maior foco em performance possível.

2.3. Operação

É virtualmente impossível garantir que o software seja entregue sem bugs ou brechas de segurança. Uma vez que ele esteja nas mãos dos usuários, portanto, o gestor deve se manter atento a logs de uso. Dessa maneira, as equipes poderão definir mudanças, atualizações de segurança e novas funcionalidades que sejam capazes de atender às necessidades de todos.

3. Veja quais são os principais modelos de CVDS

Existem diferentes modelos de ciclo de vida e desenvolvimento de sistemas. Conhecer os principais ajuda a equipe a ficar mais orientada a resultados. Assim, o trabalho terá mais qualidade e menos chances de gerar algum tipo de prejuízo.

Confira, a seguir!

3.1. Cascata

Esse modelo foi criado na década de 1970. Ele restringe o começo de uma etapa ao término da anterior. O cliente terá acesso apenas a uma versão completamente funcional do aplicativo e há pouco espaço para mudanças ao longo do ciclo de vida.

3.2. Incremental

Essa forma trabalha com uma entrega contínua de recursos. A aplicação é refinada continuamente. Porém, cada recurso é feito de modo linear, ou seja, é apresentado para o usuário o planejamento funcional.

3.3. Evolutivo

O modelo evolutivo abre mais espaço para mudanças. As entregas são feitas com base em requisitos e sempre contam com o feedback do usuário. Assim, os times podem se adaptar rapidamente a novos cenários.

4. Conheça as ferramentas que podem ser utilizadas para gerenciar o CVDS

A tecnologia pode ser de grande ajuda para os gestores de TI. Por isso, não deixe de conhecer quais ferramentas podem ser utilizadas para gerenciar o CVDS. Assim, você conseguirá acompanhar todas as rotinas de modo centralizado.

Uma boa ferramenta de gerenciamento facilita a documentação de etapas, requisitos e indicadores. Ao mesmo tempo, torna o compartilhamento de dados mais prático. Com isso, os times podem executar as suas atividades com uma performance contínua.

5. Saiba quando pedir apoio especializado

O outsourcing de TI pode ajudar empresas em várias etapas do ciclo de vida de desenvolvimento de softwares. Investindo na terceirização, por exemplo, a companhia garante que a sua equipe será capaz de concluir tudo dentro dos prazos.

Da mesma maneira, ela poderá diminuir riscos de segurança e eventuais prejuízos. Esses ganhos são possíveis porque profissionais de outsourcing trabalham alinhados com as principais tendências do mercado.

As decisões tomadas ao longo do CVDS, portanto, terão muito mais habilidade de inovar e colocar o usuário à frente de uma aplicação robusta e moderna. Ou seja, garante que a ferramenta será mais utilizada e aproveitada por completo.

6. Entenda quais são as atividades que fazem parte do ciclo de vida

Saber quais são as atividades que devem ser executadas ao longo do ciclo de desenvolvimento é algo tão importante quanto descobrir qual modelo seguir. As mais frequentes são as seguintes:

  • definição dos objetivos do projeto e das etapas;
  • análise das necessidades do usuário;
  • identificação da viabilidade do projeto;
  • concepção geral das etapas;
  • codificação;
  • testes de recursos e de segurança;
  • integração de elementos;
  • documentação de requisitos, etapas e resultados;
  • manutenção do sistema;
  • distribuição do software;
  • encerramento do ciclo de vida.

Manter softwares funcionais e alinhados com as demandas dos usuários é um grande desafio. Todos os envolvidos com a atividade devem estar atentos para reduzir continuamente o número de bugs e brechas de segurança. Ao mesmo tempo, precisam ficar atentos para manter as funcionalidades em dia com as tendências de TI atuais.

O controle e a gestão do sistema por meio do ciclo de vida do software são uma ótima forma de garantir precisão em cada um desses pontos. O gestor poderá avaliar, de modo preciso, quais são os processos que devem ser feitos para agregar valor à ferramenta. Além disso, conseguirá identificar se existem pontos a serem otimizados e aplicar as mudanças rapidamente.

Por isso, não deixe de investir no uso do ciclo de vida de desenvolvimento de software. O apoio do CVDS dará mais valor agregado para todas as escolhas feitas pela equipe. Assim, o uso do sistema será sempre acompanhado de uma experiência de uso de ponta.

Quer saber mais sobre como o apoio de um especialista pode ajudar você? Então, entre em contato!

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